quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Rio febros é um afluente
Rio Febros é um dos afluentes do rio Douro. Na maior parte do seu percurso atravessa a freguesia de Olival (Vila Nova de Gaia). É um afluente da margem esquerda do rio Douro que nasce em Seixezelo e desagua no Esteiro de Avintes, passando também pelo parque Biológico. Localização do Rio Febros
O Rio Febros tem uma grande importância para a região de Avintes pois as suas águas são usadas para a rega dos campos e, no passado recente, para movimentar moinhos. Rio onde a pesca desportiva, nomeadamente à Truta já foi vulgar, está hoje despovoado devido à poluição doméstica e industrial. A importância do Rio Febros
Esgotos domésticos e industriais sem tratamento adequado são uma das grandes fontes de poluição da água, composto por grandes quantidades de matéria orgânica, micróbios e, ainda, sais minerais, que ao chegarem sem tratamento a um rio consomem muito oxigénio para que a matéria orgânica seja degradada. Os micróbios sobrevivem e os sais minerais alimentam a vegetação existente que se reproduz rapidamente e, em alguns casos, produz substâncias tóxicas. Os Esgotos
O tratamento dos esgotos conduziria à eliminação desses micróbios e facilitaria o controlo do desenvolvimento das plantas, aumentando a quantidade de oxigénio existente na água e, como tal, a qualidade deste recurso. Com tudo isto pode-se concluir que é na população que reside todo o dever de preservar um desenvolvimento sustentável numa sociedade tão consumista, como aquela em que vivemos.
Em Portugal temos vários exemplos do que a poluição é capaz de fazer: os rios, que em tempos foram limpos, agora além da água se encontrar suja, também têm um cheiro desagradável. O Febros, afluente do rio Douro, que em tempos foi habitado por uma grande abundância e diversidade de peixes, agora é apenas ocupado por pneus, garrafas e muitas outras coisas.
Uma mentalidade excessivamente antiquada poderá estar na origem deste problema, para o qual, por vezes indirectamente e sem consciência, cada um de nós contribui. Se é um facto que cada vez mais se apela à redução da utilização da água e à não poluição da mesma, não deixa de ser também um facto que esses apelos por vezes são ignorados.
O nosso bem mais precioso em risco! Um dos principais problemas ambientais que atinge uma sociedade tão incerta como aquela em que vivemos é a poluição contínua do nosso maior recurso natural, a água.
O Rio Febros tem uma grande importância para a região de Avintes pois as suas águas são usadas para a rega dos campos e, no passado recente, para movimentar moinhos. Rio onde a pesca desportiva, nomeadamente à Truta já foi vulgar, está hoje despovoado devido à poluição doméstica e industrial. A importância do Rio Febros
Esgotos domésticos e industriais sem tratamento adequado são uma das grandes fontes de poluição da água, composto por grandes quantidades de matéria orgânica, micróbios e, ainda, sais minerais, que ao chegarem sem tratamento a um rio consomem muito oxigénio para que a matéria orgânica seja degradada. Os micróbios sobrevivem e os sais minerais alimentam a vegetação existente que se reproduz rapidamente e, em alguns casos, produz substâncias tóxicas. Os Esgotos
O tratamento dos esgotos conduziria à eliminação desses micróbios e facilitaria o controlo do desenvolvimento das plantas, aumentando a quantidade de oxigénio existente na água e, como tal, a qualidade deste recurso. Com tudo isto pode-se concluir que é na população que reside todo o dever de preservar um desenvolvimento sustentável numa sociedade tão consumista, como aquela em que vivemos.
Em Portugal temos vários exemplos do que a poluição é capaz de fazer: os rios, que em tempos foram limpos, agora além da água se encontrar suja, também têm um cheiro desagradável. O Febros, afluente do rio Douro, que em tempos foi habitado por uma grande abundância e diversidade de peixes, agora é apenas ocupado por pneus, garrafas e muitas outras coisas.
Uma mentalidade excessivamente antiquada poderá estar na origem deste problema, para o qual, por vezes indirectamente e sem consciência, cada um de nós contribui. Se é um facto que cada vez mais se apela à redução da utilização da água e à não poluição da mesma, não deixa de ser também um facto que esses apelos por vezes são ignorados.
O nosso bem mais precioso em risco! Um dos principais problemas ambientais que atinge uma sociedade tão incerta como aquela em que vivemos é a poluição contínua do nosso maior recurso natural, a água.
Ácido contaminou afluente do Douro
2008-08-27

As águas da ribeira de Jaca e do rio Febros, entre Vilar de Andorinho e o Douro, não devem ser usadas até segunda‑feira. Foram contaminadas pelo ácido clorídrico derramado após o despiste de um camião cisterna na A29.
A Câmara de Gaia assegura que vai mandar a factura dos trabalhos de limpeza das áreas afectadas para as empresas transportadora e produtora. A Talco, proprietária do veículo acidentado, "estranha" o facto dos efeitos só aparecerem mais de 24 horas depois do acidente e diz que aquilo que devia e podia fazer está feito: a remoção do camião e a limpeza da via pública. Não conseguimos ouvir a CUF/Químicos (produtora).
O alerta à população foi feito pelo vice-presidente da Câmara, Marco António Costa, em conferência de Imprensa. No rio Febros, recuperado recentemente pela Autarquia e com um projecto de revitalização das margens candidato a fundos europeus, o ácido matou peixes de espécies mais sensíveis - góbios, escalos e pimpões. O produto tóxico levou à alteração do PH da água, que ficou com elevados níveis de acidez. Um problema só detectado nas análises de ontem e que desaconselha a utilização da água.
"O ácido ter-se-á depositado no fundo do rio, em zonas em que a água está mais presa e o seu nível é mais baixo", explicou o autarca. Os milhares de metros cúbicos de água injectados durante todo o dia de anteontem para aumentar o caudal e facilitar a diluição do ácido não resolveram o problema. Que deverá manter-se até á próxima segunda‑feira, preconizou Marco António, baseando-se nas análises técnicas.
A contaminação afecta uma extensão de aproximadamente 7,5 quilómetros. Cerca de um terço do rio Febros (cinco quilómetros), curso fluvial que atravessa o Parque Biológico de Gaia, está interdito. A água não deve ser consumida pelas populações nem dada os animais. Também se desaconselha a sua utilização para a rega. Apesar do alerta, Marco António Costa admitiu que as águas afectadas não são muito utilizadas.
"Já avisámos a Capitania para vedar a pesca que normalmente se faz na foz do Febros", acrescentou o vice-presidente da Câmara. Ainda assim, no rio Douro, onde desagua o Febros, não se esperam grandes efeitos. Marco António garantiu, ainda, que não há perigo para a rede de abastecimento: "Não há nenhuma conduta de próxima nem é feita captação ali".
"Até segunda-feira vamos fazer uma monitorização permanente", assegurou, referindo que o âmbito das análises vai ser alargado à vegetação na envolvente do local do acidente e do Febros. Na segunda-feira avançam os trabalhos de revitalização do rio.
"A Câmara já notificou as empresas, transportadora e produtora, informando que vai pedir responsabilidades de carácter financeira pelos trabalhos que terão de ser feitos", reiterou o autarca, acrescentando que também a GNR foi alertada para levantar o auto referente ao sucedido.
Notícia retirada do Jornal de Notícias
- de: André Rodrigues e Rafael Castro
Rio Febros

O Rio Febros é o único curso de água que nasce e desagua no município de Vila Nova de Gaia, percorrendo cerca de 15 km de extensão e 37 km2 de área de sub-bacia hidrográfica. Nasce a aproximadamente 170 metros de altitude no Parque das Corgas em Seixezelo, atravessando as freguesias de Seixezelo, Olival, Pedroso, Vilar de Andorinho, Avintes e Oliveira do Douro. O Rio Febros “termina” junto ao Cais do Esteiro em Oliveira do Douro desaguando no Rio Douro. O Febros encontra o Douro a cerca de 10 km da sua foz e é o seu último afluente da margem esquerda.
Actualmente desconhece-se a origem do nome do rio, porém é provável que esteja associada a um deus romano a quem estava consagrado o mês de Fevereiro… mês que por sua vez era dedicado à purificação, daí Februm significar purificação.
Porém durante muitas décadas a relação do Febros com “pureza” residiu apenas no seu nome. A pressão urbanística e industrial de décadas de descuido ambiental, levou a uma degradação crescente da qualidade da água do rio. Os elevados níveis de poluição levaram ao desaparecimento de inúmeras espécies, algumas bastante emblemáticas… como a lontra e a truta de rio.
Existem esforços de várias instituições, principalmente do Parque Biológico de Gaia para requalificar o Febros, devolvendo-lhe a beleza de outrora. Com a construção da ETAR do Rio Febros, da responsabilidade das Águas de Gaia, tem-se assistido a uma melhoria da qualidade da água o que por sua vez permitiu recuperar comunidades piscícolas como o góbio, enguia, pimpão, ruivaco, não se conseguindo ainda o retorno das trutas. (Revista PBG, n.º14, p.18/19)
Porém, a ETAR do Febros recebe apenas 70% das águas residuais da parte ocidental da sua bacia, pelo que o processo de reabilitação ambiental do Febros ainda tem muitos passos para dar.
A manutenção da qualidade ambiental no Febros não depende apenas do esforço dessas instituições! Cada cidadão deve ter um papel activo na preservação de um património comum, respeitando a natureza e denunciando qualquer maltrato sobre a mesma. Um Febros limpo, onde se possa voltar a pescar trutas e rir com as brincadeiras das lontras depende de todos e cada um de nós!
Muito mais haverá a dizer sobre o Rio Febros… mas por hoje terminamos com uma sugestão para passeio um domingo junto ao rio. O trilho proposto foi é da autoria da Associação Juvenil de Ambiente e Aventura “Onda Verde”.
Actualmente desconhece-se a origem do nome do rio, porém é provável que esteja associada a um deus romano a quem estava consagrado o mês de Fevereiro… mês que por sua vez era dedicado à purificação, daí Februm significar purificação.
Porém durante muitas décadas a relação do Febros com “pureza” residiu apenas no seu nome. A pressão urbanística e industrial de décadas de descuido ambiental, levou a uma degradação crescente da qualidade da água do rio. Os elevados níveis de poluição levaram ao desaparecimento de inúmeras espécies, algumas bastante emblemáticas… como a lontra e a truta de rio.
Existem esforços de várias instituições, principalmente do Parque Biológico de Gaia para requalificar o Febros, devolvendo-lhe a beleza de outrora. Com a construção da ETAR do Rio Febros, da responsabilidade das Águas de Gaia, tem-se assistido a uma melhoria da qualidade da água o que por sua vez permitiu recuperar comunidades piscícolas como o góbio, enguia, pimpão, ruivaco, não se conseguindo ainda o retorno das trutas. (Revista PBG, n.º14, p.18/19)
Porém, a ETAR do Febros recebe apenas 70% das águas residuais da parte ocidental da sua bacia, pelo que o processo de reabilitação ambiental do Febros ainda tem muitos passos para dar.
A manutenção da qualidade ambiental no Febros não depende apenas do esforço dessas instituições! Cada cidadão deve ter um papel activo na preservação de um património comum, respeitando a natureza e denunciando qualquer maltrato sobre a mesma. Um Febros limpo, onde se possa voltar a pescar trutas e rir com as brincadeiras das lontras depende de todos e cada um de nós!
Muito mais haverá a dizer sobre o Rio Febros… mas por hoje terminamos com uma sugestão para passeio um domingo junto ao rio. O trilho proposto foi é da autoria da Associação Juvenil de Ambiente e Aventura “Onda Verde”.
É de grande importância para a região pois as suas águas são usadas para a rega dos campos e, no passado recente, para movimentar moinhos.Rio onde a pesca desportiva, nomeadamente à Truta já foi vulgar, está hoje despovoado devido à poluição doméstica e industrial.
by: Diogo Nunes & João Sousa
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A Saúde do Rio Febros
Bem vindos
Este Blog será uma ferramenta de trabalho para ajudar a concretizar o microprojecto que a escola EB 2/3 de Vilar de Andorinho possui.
Este Blog será uma ferramenta de trabalho para ajudar a concretizar o microprojecto que a escola EB 2/3 de Vilar de Andorinho possui.
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